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ORAÇÃO DO SURFISTA

ORAÇÃO DO SURFISTA:

Mar nosso que estais na terra santificadas sejam vossas ondas, seja feito nosso swell, assim no verão como no inverno, o surf de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossas vacas, assim como nós perdoamos a quem nos rabeia, e não nos deixe cair na hora da tubulação, mas livrai-nos do crowd... Aloha!!!

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No quadro curiosidade a vez agora é do prefeito da cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro, Marcello Crivella.

Filho único, Marcello Crivella nasceu em 9 de outubro de 1957, no Rio. Começou a trabalhar aos 14 anos, como auxiliar de escritório e, um ano depois, conheceu sua mulher, Sylvia, com quem está casado até hoje. Surfista, remador e falante, em entrevista Crivella diz ter pertencido à tribo dos esportistas.

A pouco tempo tivemos o conhecimento que Crivella teve alguma relação com o esporte quando mais jovem, dentre os quais o surf. Não conseguimos nenhuma registro sobre ele em cima de uma prancha de surf, mas vasculhando aqui e ali encontramos algumas pistas que realmente o assimila ao surf, algumas fotos antigas mostram o seu jeito despojado alá jogado estilo surfista dos anos 70/80. 


Outro fato curioso é que Marcello Crivella tem o mesmo sobrenome do shaper e surfista o também carioca Eduardo Crivella, aquele das pranchas do morcego que foi sócio do lendario surfista Dadá Fogueiredo na marca Anti-Fashion. Bom, sobre isso não podemos afirmar nada, pode ser e pode não ser, mas se houver parentesco seria a confirmação da arvore genealógica surfistica da família Crivella do Rio de Janeiro. Eles até se parecem, mas qualquer semelhança até mesmo no sobrenome pode ser mera coincidência!




E para finalizar a nossa redação alem de fazer esse apanhado sobre o Marcelo Crivella surfista afim de homenageá-lo tratou de colocar o óculos da zueira nele, isso é só pra quem tira onda, e o Crivella aqui pra nós tira muita onda, pelo menos com a sua bela historia de vida!! Então óculos da zueira nele!!!



Um pouco mais sobre Marcello Crivella...


Mandatos Eletivos

– Eleito Senador da República pelo Estado do Rio de Janeiro para o mandato de 2003 a 2011
– Eleito Senador da República pelo Estado do Rio de Janeiro para o mandato de 2011 a 2019
– Eleito prefeito da cidade do Rio de Janeiro para o mandato de 2017 a 2021

– Também na politica atuou como ministro da pesca no governo Dilma Roussff 

Informações Profissionais

– Missionário Evangélico, compositor, cantor e escritor;
– Oficial do Exército – 1º Tenente de Infantaria Carta Patente (1979);
– Professor Universitário da Cadeira de Materiais de Construção na Faculdade de Engenharia Civil de Barra do Piraí;
– Presidente do Diretório Acadêmico da Faculdade de Engenharia Civil de Barra do Piraí (1983).

Títulos

– Cidadão Paulistano (Nov/2000);
– Cidadão Baiano (Out/2001);
– Cidadania Benemérito do Rio de Janeiro;
– Cidadão Niteroiense (Abril/2001);
– Cidadão de Salvador (Dez/2001);
– Cidadão Ireceense (Mai/2001);
– Cidadão Honorário de Brasília (Ago/2001);

As amadas T-shirts de Jorge Amado. Renomado escritor conhecido no Brasil e no mundo nascido em Itabuna Bahia (minha terra), se vivo estivesse faria hoje 10 de agosto 105 anos.



No dia 10 de agosto de 1912 na Fazenda Auricídia, em Itabuna no sul da Bahia, em meio a plantações de cacau nasceu Jorge Leal Amado de Faria. Depois de uma grande enchente, a fazenda Auricídia foi totalmente inundada. Os pais de Jorge se mudaram para a vila de Ferradas com os filhos ainda pequenos. Lá, moraram por alguns anos, antes de mudarem para Ilhéus. 



Pode não parecer, mas esse post tem tudo haver com o surf, o velhinho amado, meu conterrâneo ''papa jaca'' pode até nunca ter subido em cima duma prancha de surf, mas o danado tinha em si o estilo praiano de ser, ou o estilo Aloha como diriam os Havaianos, a prova disso se caracterizava em suas T-SHIRTS estampadas que costumava usar, em especial as floridas, sonho de consumo de muitos surfistas, inclusive o meu!! O veinho realmente tinha bom gosto, saca só as T-shirts, uma mais invocada que a outra! Hoje é possível ver algumas dessas mesmas T-shirts que pertenceram a ele nos museus casa da cultura Jorge Amado em Ilhéus e também na Casa do Rio Vermelho em Salvador, sua ultima residencia.  



Estamos na torcida! Ao que tudo indica o filme North Shore ou surf no Hawaii terá a sua segunda edição, pelo menos é o que demostra na campanha liderada pelo '' Tartaruga '' em I Want My North Shore 2

Curta essa Curtinha. Deu na revista Surfer... kkkkkk!!!!

THE CULTURE: THE AMERICAN “MEH”

THE UNITED STATES IS A PROUDLY PATRIOTIC SPORTING NATION, EXCEPT WHEN IT COMES TO SURFING



Link: http://www.surfer.com/blogs/culture/the-american-meh/

Billabong pro tahiti a etapa mais casca grossa do circuito mundial de surf se aproxima e com ela os seus riscos e perigos. E ai ??? O jet pega o maluco e mata ou não? Descubra assistindo o vídeo abaixo.










Curiosidade: Poucos sabem a real historia sobre o progenitor do nosso campeão mundial Gabriel Medina.



Ao contrario do que muitos dizem e pensam a relação entre Gabriel Medina e o seu pai biológico é bem amistosa. 

Enquanto a família Medina, nela inclui o padrasto de Gabriel, Charles Saldanha, está no centro das atenções, numa casa em Maresias, mas longe da praia, está o pai do biológico do garoto, que não gosta do assédio da mídia.

Após uma peregrinação até encontrar Claudio Ferreira, uma equipe de reportagem conseguiu convencer o desconfiado ex-jogador de futebol profissional a falar com a equipe. Solicito, Claudio não poupou elogios ao filho e nem fugiu de responder como ele se sente diante da relação tão próxima entre Gabriel Medina e seu padrasto Charles Saldanha.
Eu acho que ele (Gabriel) está em boas mãos, o Charles parece um cara centrado.


Alem de Gabriel ele é pai também de Felipe Medina. Quem conhece a família comenta que o caçula é mais apegado ao pai biológico. Os dois conversam quase todos os dias, pessoalmente, por telefone ou pela internet. São amigos em uma rede social em que Claudinho não tem relação com o Medina mais famoso, porém recebe mensagens de garotas que se dizem apaixonadas pelo filho. Felipe não seguiu Claudinho apenas na internet. Assim como ocorreu com o pai, que fez testes no Jabaquara, ele não é ligado ao surfe e alimenta o sonho de ser jogador profissional de futebol. 




Claudio, que teve que abandonar o sonho do futebol por conta de uma lesão, vai de longe se realizando no sucesso de Gabriel Medina.

Antes de viajar para o Havaí e ratificar a sua conquista de se tornar campeão mundial de surf, Gabriel visitou o pai biológico. "Sempre tive a ideia de jogar em um Corinthians, na seleção e ser campeão do mundo, mas machuquei o joelho aos 19 anos, revela . Então, falei para o Gabriel: ‘Você vai realizar o sonho do pai. Vai ser campeão mundial’", narra Claudinho. "Ele me olhou com uns olhões, meio abismado: ‘Pô, pai, será?’. E eu: ‘Não é será. Você já é um campeão, independentemente do que aconteça. Pode ter certeza de que vamos ganhar e comemorar muito"’, complementa.




O outro lado da vida de Kelly Slater que poucos conhecem. Vale a pena conferir!



Kelly Slater, o surfista mais vitorioso de todos os tempos abre o jogo pra Volcom na estreia da série This First. O 11x campeão mundial fala sobre família, drogas, relações e o que o motivou a ser o mais novo e também o mais velho surfista a ganhar um título mundial de surf.

* Para legendas em português, clique no botão CC e escolha Português no menu da engrenagem, à direita do vídeo

Mais uma da serie cuidados com a sua prancha! Dicas valiosas para aumentar a vida útil de sua boia.

Depois de comprar uma prancha nova trate-a como um imóvel seu de grande valor e extrema  utilidade, existem cuidados básicos que são importantes levar em consideração para quebrar as ondas com ela por mais tempo. Confira:

DEIXAR A PRANCHA CURAR
Sempre certifique com o shaper ou lojista se a prancha está curada, ou seja, se a resina poliéster concluiu o processo de secagem. Caso contrário pergunte os dias que deverá esperar para entrar na água. Uma prancha bem curada pesará menos e ganhará resistência (durabilidade) sem perder flexibilidade.

Desde a saída da laminação, uma prancha demora em média de 20 a 30 dias para estar completamente curada (+ ou – dependendo dos fatores climáticos)


LAVAR COM ÁGUA DOCE APÓS O SURFE
Retire restos de areia e água salgada grudados da prancha que são abrasivos naturais da fibra. É importante a limpeza com água doce para a manutenção dos novos copinhos FCS II que utilizam molas, da mesma forma, isso permitirá retirar com mais facilidade quilhas com fixação Futures.


NÃO DEIXAR A PRANCHA EXPOSTA AO SOL
Os raios UV prejudicam a colocarão da prancha, acelerando o processo de amarelamento do bloco de PU. A SRS Surfboards utiliza resinas com filtros UV importados que mantem o branco da prancha por mais tempo, porém o tempo excessivo ao sol pode prejudicar em médio prazo o branco característico da nossa marca.


NÃO DEIXE A PRANCHA NO CARRO
Deixar sua prancha dentro do carro fechado em tempo de calor intenso pode ocasionar a regressão do bloco (afundamento). O poliuretano se retrotrai a partir de uma temperatura de 50 graus centigrados, então não esqueça da prancha no carro ou em galpões ou coberturas extremamente quentes.


Deixar a sua prancha no sol por um tempo excessivo pode acabar com ela mesmo que esteja na capa principalmente de cor escura que absorve mais ainda o calor. Se deixar no carro (com ou sem capa) por um certo tempo também vai acontecer. A alta temperatura provoca uma alteração química no bloco da prancha que vai “murchar” ou regredir como a maioria das pessoas chama. Depois deste acontecimento nada poderá ser feito, prejudicando sua performance e desvalorizando o seu equipamento que vai ficar comprometido para sempre. Abaixo de uma prancha antes e depois da regressão por conta do calor excessivo exposta ao Sol.

CONSERTE TRINCOS PARA PREVENIR INFILTRAÇÕES
É importante consertar sem demora os trincos que a prancha possa sofrer, seja por batidas, impacto contra as pedras ou descuidos do surfista. Podem acontecer infiltrações de água salgada no bloco de poliuretano que o deixara amarelo. Mande no conserto sem deixar passar muito tempo para que o estrago sempre seja o menor possível, sua prancha vai agradecer.

Por ultimo, evite colocar uma prancha em cima da outra, ou entre os bancos do carro sem proteção porque a parafina que fica no fundo da prancha pode alterar o desempenho na remada ou no momento de manobrar.  







\0/ WOOUUU!!! THE DOCK: O deck do surf. Assista o videos e o making of !!

The Dock from STAB on Vimeo.




Marcas que deixaram Marcas! Tributo deliberado por Marcos Tchek, Free Surfer.



Marcas que deixaram Marcas! Tributo deliberado por Marcos Tchek, Free Surfer.

Lá nos idos de 80 era muito comum as empresas disponibilizarem ou distribuir adesivos autocolantes das respectivas marcas de surf especialmente quando comprávamos algo nas surf shops.

Costumávamos colecionar os mesmos para colar nas portas do guarda roupa, nas janelas do quarto ou nos vidros do carro da família, alem de colocar na própria prancha certo adesivo que cairia muito bem é claro! Isso significava o mesmo que um cachorro faz quando marca o seu território fazendo um xixizinho aqui ali e aculá, assim era conosco, os adesivos eram a ID do surf demarcando aquele território como nosso! E quem sabia decifrar identificava de longe...'' Opa!! Ali tem surfista!''

Os mais saudosistas que viveram essa época magica sabem do que estou falando e muitos até hoje tem esse mesmo sentimento bom de ter tido a verdadeira Identidade do surf formada em si, de certa forma, por influência de alguma dessas marcas!

Além das marcas de surfwear que produziam as roupas transadas e os demais afins para a pratica do surf é bom lembrar sobre a grande importância que tiveram as Revistas especializadas de surf (na minha época foram) Visual Surf, Fluir e HardCore, teve também o pioneirissimo programa que passava na TV aberta, o Realce hoje Woo Hoo, a magnífica série Armação Ilimitada e alguns bons filmes, aqui eu cito o super, hiper, ultra, mega, filme North Shore (ou Surf no Hawaii) que marcou uma geração!!!

Valeu! Valeu cada centavo investido nessas marcas através da compra de uma prancha de surf, de uma peça de roupa, uma parafina ou acessório para a pratica do surf, marcas que fizeram e ainda fazem parte de nossas vidas. Valeu a pena ter que esperar a semana inteira pra ver o programa Realce no final de tarde todo sábado. Valeu deixar de ir com os amigos para o campinho durante a semana jogar bola no final de tarde para ir pra casa ligar a tv e assistir mais um episódio do seriado brasileiríssimo Armação ilimitada. Valeu se programar para assistir o filme North Shore (Surf no Hawaii) na sessão da tarde quando era pré anunciado. Valeu aquela grande espera e anciedade aguardando a próxima edição de alguma revista de surf chegar nas bancas de revista.

Valeu, Thanks!!


A propósito foi por meio desse conjunto de influência que acabou culminando o nascimento da nossa marca própria que em breve estará disponível no mercado do surf, uma marca 100% (tão, quão ou mais) Surf... Aguardem e confiram!!!

O tri-campeão mundial de surf ícone dos anos 80 Tom Curren desembarca na Bahia!! O astro (alem de surfar) vem participar do Surf Culture Festival. Fará um show musical, participará de sessão de autógrafos, clínica de surfe, debate e da exibição do filme “Searching for Tom Curren”.

Essa é a primeira vez que Curren visita a Bahia. O californiano de 52 anos se apresentará no coreto da Praça da Alegria no sábado (5/11), a partir das 23 horas. Antes, terá uma programação extensa para o público, começando na quinta-feira, com a apresentação de seu filme, às 18 horas, na abertura do evento. Na sexta-feira (4/11), junto com Teco Padaratz e Ricardo Bocão, ele participa da sessão de autógrafos na Loja Farol, parceira da Rip Curl no evento.Também no sábado (5/11), comanda uma clínica de surfe na praia do Lord, às 10 horas e na sequência, 10h30, participa de uma bateria demonstração com Teco, Armando Daltro e Christiano Spirro (baianos que já integraram a elite mundial). “Curren confirmou que vai surfar algumas ondas de skimboard, modalidade que ele vem se dedicando nos últimos meses”, revela Fernando Gonzalez.

Depois, às 18 horas, será feita a exibição do filme Biografia de Tom Curren e Kelly Slater, no Instituto Baleia Jubarte, e 19h45 o ídolo mundial do surfe será o entrevistado, ao lado de Teco, no Programa Cravando a Borda, do Canal Woohoo.



Hang Loose Pro Contest, o clássico campeonato que marcou o Brasil esta de volta depois de 30 anos!!

O Hang Loose Pro Contest 2016 f será a última etapa com status QS 6000, antes do encerramento da temporada da World Surf League no Havaí.

O evento retorna à Praia da Joaquina, para celebrar os 30 anos do campeonato de 1986 que trouxe o Circuito Mundial de volta para o Brasil e ficou marcado na história do surfe brasileiro. Era a primeira vez que uma etapa válida pelo título mundial acontecia na Ilha de Santa Catarina e uma multidão superlotou a praia naquela primeira semana de setembro, para assistir grandes estrelas do esporte, ao vivo, em altas ondas de 8-10 pés.

30 ANOS DE HISTÓRIA

Para celebrar os 30 anos, a Hang Loose utilizará a mesma comunicação visual de 1986, com as cores azul turquesa e amarelo ouro predominando em toda a arena. Até o logotipo será o mesmo, para relembrar o evento que aconteceu por 27 anos consecutivos, sendo até hoje o campeonato de surfe mais tradicional da América Latina, chegando a realizar duas etapas na mesma temporada por duas vezes, em 1999 e no ano 2000.

E para quem até então não sabia qual o significado do simbolo da mão, o famoso ''Hang Loose'' usado principalmente (e originalmente) entre os surfistas, saiba aqui e agora...

No Blog do Tchek você também acha cultura!

O símbolo da mão, marca registrada da empresa de surf wear  Hang Loose, originou-se no Hawaii, no tempo da monarquia.
Conta a lenda que um jovem rei chamado Tahito que havia perdido os três dedos do meio da mão direita em uma batalha, ao acenar para seu povo, enquanto surfava, usava a mão sem os dedos para cumprimentar quem o assistia, foi saudado de volta pelos seus súditos, que imitaram seu gesto.
O gesto, que se propagou através das gerações e permanece até hoje, foi adotado tanto pelos nativos das ilhas havaianas, quanto por surfistas do mundo inteiro, como a forma ‘oficial’ de se cumprimentarem.

Este é o estilo do Hang Loose. Significa, ao pé da letra, que está: calmo, feliz ou têm o controle de uma determinada situação. O hang loose é a expressão símbolo, código predominante, senha de entrada no mundo dos surfistas!

Então, finalmente, em "surfistês", o Hang Loose pode até não dizer nada ou pode simplesmente ser equivalente a um singelo oi, simples, sintético, direto e despretensioso sem as entrelinhas de grandes pensamentos, a filosofia dessa tribo de jovens (e alguns não tão jovens assim) se guia no princípio da peregrinação: pela busca das melhores e mais perfeitas ondas, em cima duma prancha, claro!

Curta essa Curtinha. Só para descontrair! Hoje o surf e os surfistas estão em alta! E os cassetas do casseta & planeta que gravaram essa musica em tom de deboche e escarnio ofendendo e subjugando os surfistas, onde estão?!!! É, o mundo e suas reviravoltas, mas de qualquer forma eu até gosto desse sonzinho, numa boa sempre encarei com bom humor... Ahahahahahahaahhaha!!!!!!




Yuri Soledade enche de orgulho o sul da Bahia! O meu conterrâneo, local de Olivença com quem já tive o prazer de surfar boas ondas nas prais do Back Door, Prainha e Batuba entre os anos 80's e 90's fatura o premio máximo, o ''Oscar" das ondas grandes!! Parabéns Yuri!!!



O surfista brasileiro Yuri Soledade foi um dos premiados do "XXL Awards", o "Oscar" das ondas grandes, em cerimônia realizada neste sábado, em Anaheim, nos Estados Unidos. O baiano ganhou o prêmio na categoria "maior onda". O feito foi conquistado em Jaws, no Havaí, onde ele reside atualmente.

- Não posso acreditar que isso está acontecendo. Há um ano, quebrei a perna em várias partes e me disseram que eu jamais surfaria novamente. Voltei em sete meses e quebrei minha costela. É um sentimento irreal, estou muito feliz em estar aqui, apto para aproveitar esse momento - disse Yuri, no discurso após ser premiado.

A surfista brasileira Andrea Moller, radicada nos Estados Unidos, também foi premiada, na categoria de melhor performance feminina. Outros brasileiros indicados para premiações, Pedro Calado e Pedro Scooby, não foram premiados.

O grande vencedor da noite foi o havaiano Shane Dorian, que ficou com os prêmios de melhor performance no geral e melhor onda de 2015. O italiano Niccolo Porcella foi agraciado na categoria melhor "Vaca", e o havaiano Aaron Gold, com a melhor onda em remada. O prêmio de melhor tubo ficou com a havaiana Keala Kennelly.


Confira todos os prêmios do XXL Big Wave Awards


Melhor tubo
Keala Kennelly (Havaí)

Melhor performance feminina
Andrea Moller (Brasil)

Melhor vaca
Niccolo Porcella (Itália)

Maior onda
Yuri Soledade (Brasil)

Melhor performance
Shane Dorian (Havaí)

Melhor remada
Aaron Gold (Havaí)

Melhor onda
Shane Dorian (Havaí)


A World Surf League ( WSL, Liga de Surfe Mundial) divulga o calendário de 2016 do WCT - Confira o calendário completo

Calendário completo do WCT 2016:


1 - WCT da Gold Coast (Austrália) - 10 a 21 de março
2 - WCT de Bells Beach (Austrália) - 24 de março a 5 de abril
3 - WCT de Margaret River (Austrália) - 8 a 19 de abril
4 - WCT do Rio (Brasil) - 10 a 21 de maio
5 - WCT de Fiji (Fiji) - 5 a 17 de junho
6 - WCT de Jeffreys Bay (África do Sul) - 6 a 17 de julho
7 - WCT de Teahupoo (Taiti) 19 a 30 de agosto
8 - WCT de Trestles (EUA) - 7 a 18 de setembro
9 - WCT de Hossegor (França) - 4 a 15 de outubro
10 - WCT de Peniche (Portugal) 18 a 29 de outubro
11 - WCT de Pipeline (Havaí) - 8 a 20 de dezembro

Atualidade - Não se fala em outra coisa no nosso país nos últimos meses, saiba aqui o que você precisa saber sobre dengue, chikungunya e zika vírus. Vamos se cuidar galera a coisa ta feia!



Introduzido este ano no Brasil, o zika vírus já tem 16 casos confirmados no país, segundo o Ministerio da Saúde e nesta sexta-feira (22) a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirmou o primeiro caso em São Paulo. Ele é transmitido por um mosquito já bem conhecido pelos brasileiros: o Aedes aegypti, o mesmo que transmite a dengue e a febre chikungunya (lê-se chicungunha). Diante da epidemia de dengue enfrentada pelos brasileiros e dos casos confirmados de febre chikungunya, o que não faltam são dúvidas sobre o novo vírus, que é "primo" da dengue - ou seja, da mesma família dos flavivírus.

Segundo informe publicado em maio pelo Ministério da Saúde, a doença tem evolução benigna e não há relatos de mortes. Os sintomas são parecidos com os da dengue e da febre chikungunya, mas há diferenças que podem indicar o quadro clínico.
Sintomas são parecidos, mas há diferenças sutis

A principal característica do zika vírus é que a febre é mais baixa que na dengue e no chikungunya, que costuma ser abrupta e acima de 39°C. É comum o surgimento de erupções na pele, que podem ser brancas ou vermelhas, além de uma vermelhidão nos olhos parecida com a conjuntivite, mas sem o pus e a coceira característicos. Como na dengue e no chikungunya, há dores nas articulações - geralmente mais intensas que na dengue. Há relatos de menor frequência na literatura médica de inchaço, dor na garganta, tosse e até hematospermia (sangue no esperma ao ejacular). Os sintomas duram até sete dias.


A confusão pode acontecer porque a dengue, no seu estágio final, também causa erupções vermelhas e coceira na pele e o chikungunya resulta em dores articulares mais intensas que na dengue e mais duradouras. "Na dengue, a dor é mais difusa. No chikungunya, elas são mais intensas e predominantes, não há tanta dor muscular", diz o médico Daniel Knupp, vice-presidente da SBMSC (Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade).

A professora do departamento de Clinica Médica e Infectologia da UFMG, Marise Oliveira Fonseca, afirma que as dores nas juntas causadas pelo chikungunya podem persistir por meses e até anos. No caso da dengue, as complicações são relacionadas à forma hemorrágica da doença. Por isso o paciente precisa estar atento a sinais de dor abdominal intensa e contínua (ou dor ao apalpar a barriga), vômitos persistentes e sangramento de mucosas.

"O chikungunya não causa sangramento, como se vê em casos graves da dengue", explica o infectologista e imunologista Esper Kallás, professor de Imunologia Clínica e Alergia da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Exatamente devido às diferenças sutis, o diagnóstico clínico é muito difícil porque as três doenças apresentam sintoma de febre e têm diferentes combinações e intensidades de dores musculares e nas juntas, dor atrás dos olhos, sensação de prostração e falta de apetite. Além disso, a dengue e o chikungunya possuem formas brandas que podem ser confundidas com o zika vírus, e vice-versa.
Dengue mata mais, mas chikungunya afeta corpo por mais tempo

A dengue é a mais mortal das três doenças. "O chikungunya tem maior morbidade porque as dores nas juntas podem persistir por meses e até anos, evoluindo para a forma crônica, o que pode acontecer em até 30% dos casos", explica Marise Oliveira Fonseca. No caso do zika vírus, não há relatos de mortes causadas pelo vírus, mas como a dengue, é preciso tomar cuidado para que não haja complicações hemorrágicas, ou seja, não fazer uso de medicamentos com base em ácido acetilsalicílico e drogas anti-inflamatórias.

Mesmo com uma mortalidade maior do que as outras, o imunologista Esper Kallás afirma que a porcentagem de mortes é muito baixa. Ele citou o exemplo de São Paulo, que teve 15 mortes confirmadas, de acordo com o mais recente balanço divulgado pela prefeitura em um universo de 57.794 casos confirmados da doença. "É claro que é uma epidemia, mas ela tem uma frequência baixa de mortalidade. No geral, as pessoas morrem porque têm outros problemas de saúde associados", afirma.
Nem toda pessoa infectada desenvolve os sintomas

Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas do zika vírus se manifestam em apenas 18% dos casos de infecção. De acordo com o infectologista Esper Kallás, a capacidade de infecção do chikungunya é menor do que a da dengue por causa da mobilidade das pessoas. Segundo ele, a cada dez pessoas picadas e infectadas com dengue, apenas duas desenvolvem os sintomas e ficam prostradas sem poder sair de casa. "As outras oito terão sintomas leves ou não sentirão nada. Então, poderão ir ao trabalho, faculdade, viajar e, assim, ajudar a transmitir o vírus em outros lugares", conta.

No caso da febre chikungunya, a cada dez pessoas picadas e infectadas, nove terão sintomas que debilitam. "Elas têm febre alta, mal estar, dores nas juntas e não vão conseguir circular, viajar. A disseminação é limitada porque os sintomas dificultam a mobilidade", afirma.
Ao sinal de sintomas, diagnóstico é o de menos, o importante é procurar um médico

Do ponto de vista clínico, o importante não é identificar de qual a doença se trata, mas saber identificar os sinais de gravidade, principalmente da dengue. "Se eu estou no hospital Sírio Libanês, posso pedir exames para comprovar qual doença afeta o paciente a fim de satisfazer uma curiosidade dele, talvez. Mas se estou na rede pública, em um hospital no interior do Nordeste e o paciente está com um quadro febril agudo, dor no corpo e uma vermelhidão que apareceu depois do surgimento dos primeiros sintomas, não é importante saber qual das três é. Eu preciso tratar para que não haja complicações", afirma Esper Kallás.

Ainda segundo ele, o diagnóstico preciso é importante, mas do ponto de vista epidemiológico. "A confirmação dos casos só é importante por critérios epidemiológicos, para que as autoridades identifiquem e controlem o foco da doença, evitando surtos", diz.
O mesmo mosquito transmite dengue, chikungunya e zika

A dengue, o chinkungunya e o zika vírus são transmitidos pelo mesmo vetor: o mosquito Aedes aegypti. Ao picar uma pessoa infectada com o vírus, a fêmea dos mosquito passa por um período de incubação e, após oito a dez dias, já está apta a transmitir a doença à próxima pessoa que for picada.

Essa característica do Aedes aepyti de transmitir três doenças diferentes é comum a outros insetos. Segundo a professora do departamento de Clinica Médica e Infectologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Marise Oliveira Fonseca, os vírus encontraram no mosquito um ambiente favorável para se instalar e se reproduzir. "Há uma adaptação do vírus ao mosquito, que consegue não só recebê-lo, mas também dar condições para que ele se multiplique", diz.

O infectologista e imunologista Esper Kallás, professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), explica ainda que o Aedes aegypti tem potencial para levar outros tipos de vírus. "Em laboratório, já foi provado que o vetor pode ser infectado com febre amarela e febre de mayaro. Na vida real, deve haver algum fator restritivo que impede que isso ocorra", conta.

A febre de mayaro é transmitida pelo mosquito Heamagogus, o mesmo da febre amarela, e é "prima" do chikungunya, por ser causada por um vírus pertencente à família dos togavirius.
Prevenção é a mesma para dengue, chikungunya e zika

Apesar de serem doenças diferentes, a forma de prevenção é a mesma: evitar a proliferação do mosquito, ou seja, erradicar locais de acúmulo de água parada. Se os criadouros não forem destruídos, além da dengue, há grandes chances de que haja uma epidemia de chikungunya no Brasil, segundo os especialistas. "Temos o vírus do chikungunya e o mosquito transmissor circulando em várias regiões do Brasil. Então é apenas uma questão de tempo. Pode ser que a epidemia aconteça no próximo verão", afirmou o hematologista Alfredo Mendrone Junior.


Marise Oliveira Fonseca, que também é coordenadora do Ambulatório de Viajantes da UFMG, afirma ainda que o fluxo de pessoas viajando para países onde há a presença massiva do vírus é cada vez maior. "Se as pessoas forem infectadas no Caribe, África e Ásia, lugares epidêmicos para a doença, e voltarem com o vírus no corpo ao Brasil e forem picadas pelo mosquito, pode ser que ele passe a circular e se espalhar naquele local", afirma.
Na teoria, é possível pegar as três doenças (ao mesmo tempo)

"Já existem relatos de coinfecção por dengue e chikungunya durante a última epidemia dessa última doença no Caribe, no final de 2014. Em teoria, seria possível até pegar os três vírus ao mesmo tempo", afirma o hematologista Alfredo Mendrone Junior, professor da USP (Universidade de São Paulo) e diretor da ABHH (Associação Brasileira de Homeopatia e Homotoxicologia).

O médico da família e vice-presidente da SBMSC (Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade), Daniel Knupp, explica, no entanto, que isso é pouco provável. "Uma pessoa que tem dengue por um dos quatro sorotipos, por exemplo, fica temporariamente imune aos outros três por pelo menos três meses, além de ter uma imunidade duradoura do sorotipo que teve a doença. Esse equilíbrio pode acontecer com outros vírus semelhantes. Por isso seria raro, mas em teoria, pode sim acontecer", diz.



Creditos: Mirthyani Bezerra

Do UOL, em São Paulo

Qual o surfista que não gostaria de chegar na praia e dá de cara com um mar perfeito e lisinho pra pegar altas ondas?!!! Como diz um velho e bom ditado, '' Quem cedo madruga Deus ajuda'' Nas fotos Marcos Tchek as 5:50 da manhã fazendo aquele cheque matinal pra ver as condições do mar e dar aquela caidinha!




Quem não gostaria de ser recebido assim pelo mar no fim de semana?.Siga o Surfon no Instagram: https://instagram.com/tribo_surfon/.Conectando Você ao Mundo do Surf...

Publicado por Tribo Surfon em Sexta, 22 de janeiro de 2016